terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Crônicas da Marginal Tiête, em movimento.

Neste domingo, a serviço da TV comunitária na qual eu trabalho, fui à Aparecida-SP, para realizar uma matéria sobre o plenário que acontece todos os anos, no auditório da Basílica de Nossa Senhora Aparecida. Mas este assunto não falaremos agora, depois o próprio presidente da Associação de Aposentados e Pensionistas de Votorantim - APEVO, Sr. Aristhides Fernandes, nos mandará uma nota explicando qual é a bandeira levantada pelos Ap./ Ps. de todo o Brasil.

No entanto, na volta desta matéria, enquanto passávamos pela Marginal Tiête eu enxerguei o que a cegueira das tarefas não me permitiam, eu compreendi aquilo que eu não queria compreender, ou seja, o cinza é simplesmente uma pincelada para a aquarela das mais diversas cores.

Entre prédios, empresas, artes, rios, carros e pobreza eu pude enxergar a beleza de São Paulo em apenas 10 minutos e em 80km/ h. Depois de anos percorrendo suas ruas, eu somente ignorava sua história. A face do desenvolvimento incontrolável e ao mesmo tempo amável da Grande Capital. Amor bandido!

Foi então que eu retirei minha Sony Handycam DCR-SX43, da bolsa e comecei a fotografar. Minha vontade era percorrer toda a cidade a pé, mas o carro da TV em movimento causou mais emoção e sede de voltar!

Tudo isso me fez criar um objetivo e  que quero compartilhar com todos: Vou escrever com imagens, crônicas de todos os lugares que me chamar a atenção; seja numa rua ou num bairro, seja numa cidade de 9 milhões de habitantes ou apenas 6 mil, não importa, existe crônica até mesmo no vaso de planta que está em cima da sua mesa.

Ninguém vai te falar, você é quem tem que perceber.

Ao infinito e além.



Evolução á todo vapor!


Fios...fios...eletricidade...fios!


C. Branco, de volta para casa.


Prédios que assediam nosso espírito empreendedor.






Olha, que loucura!


Ah, que lindo o sambódromo!


O cheiro é ruim, mas é umas das primeiras lembranças que nos vem à cabeça, quando pensamos na capital.


Véus de noiva. Quem casa, quer casa!


Terra da garoa, sempre tem como se esconder.


Crises!


[...] crises!






Arte...SP tem arte em lugares que você nem imagina!


Vem uma "baita" chuva, para transtornar a normalidade, já anormal, de SP.





Tenham uma boa vida!

Mayara M. Cruz

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